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31 de agosto de 2016

never

tenho medo de incomodar. frente a algum conflito, me fecho ao inves de me abrir. mas acabei de ler aqui "it's ok to feel beaten, just never give up"

leveza

engraçado mesmo é como a culpa acompanha a saga. agora mesmo já me puno por ter escrito tais palavras. palavras essas que precisavam muito sair do meu peito. não resolve, mas traz leveza.

adormecer

o bom é que escrevendo eu consigo expor de forma torta o que se passa nesse caos chamado mente. não precisa de ordem ou justificativa. apenas fluidez de palavras no teclado no notebook piano. penso que podem ser energias externas, mas que fraquejada foi esse que me derrubou sem perdão? o ego reage assim quando deixamos ir algo que estava preso? seria isso birra do ego? seria isso uma resposta muitíssimo mal educada de mim mesma sobre o passado? sei que estou com um mal estar absurdo nesse instante que digito tais palavras: uma vontade de dormir o resto do dia, semana ou vida. fugir não resolve, sei disso. mas como queria adormecer...

clamor

o sentimento é de aperto no peito.
sobe aquele negócio na garganta.
como se você fosse incapaz de sentir alegria novamente.
sem força nenhuma para levantar da cama, tomar um banho ou sorrir para o espelho.
um esforço incomum, quase homérico para falar com alguém.
as coisas não fluem.
tudo trava. tudo prende. tudo aperta.
o mais louco de tudo isso é saber que isso está acontecendo
e não ter força suficiente para sair desse emaranhado.
estou lutando com todas as forças ao escrever esse texto.
pois sei que preciso de ajuda.
mas não sei como pedir.
quem pode me ajudar? não faço ideia nem de como iniciar uma conversa sobre isso.
me sinto sozinha.
e aí, tudo vira ironia. tudo vira sarcasmo.
numa tentativa desesperada de pedir por socorro.
mas por dentro,
há uma nebulosidade absurda.
que me impede de ser e ver quem sou.

17 de agosto de 2016

órbita

temos mania de achar que as pessoas tem que andar na nossa velocidade.
mas cada planeta tem uma órbita diferente, já percebeu?

12 de agosto de 2016

mundo morno

as pessoas tem muito medo de pessoas intensas.
algumas se encantam, sim
mas eu sinto que muitas vezes isso assusta as pessoas
pelo impeto, pela forma voluptuosa de ser, pelo forma da entrega

num mundo morno, quem é quente assusta.


voz escrita

agora que percebi que esse blog sempre foi um salvador.
me livrou da loucura e do loop mental tantas vezes
e muitas outras me proporcionou paz infindável.
escrever pensamentos salva minha vida todos os dias.
com mais poder do que qualquer voz humana
minha própria voz escrita me liberta.

9 de agosto de 2016

por que um sorriso...

inspiração divina e ajudar as pessoas a encontrar a paz.
amor me move
rotatividade e independência.
as pessoas precisa de amor, buscam amor e energia para transformar
mas nem sempre elas encontram.
e assim
aproveito que as pessoas buscam motivos para sorrir,
e manifesto aqui
meu desejo:
quero ser fagulha, quero ser combustível,
quero mostrar luz, um caminho possível.
ser braço direito, sentir gratidão,
fazer as pessoas sorrirem, saber que posso fazer alguém sorrir.
por que um sorriso muda tudo,

me-dual

medo infundado de perder. sei que ele não deveria existir. um misto de irritação com tristeza. e de repente uma troca que pode vir a qualquer momento. um medo intenso de deixar ir porque sei de sua entrega. sei que as coisas se perdem em seus dedos e mente. não quero fazer tudo por alguém que não faz nada. coisa séria é o trabalho, exige dedicação para funcionar. não me distraia com banalidades. te escuto, mas por favor, não consuma meu tempo desse jeito. trabalhe em prol do compromisso. isso basta.