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26 de abril de 2013

A verdade seja dita

É não tem jeito... Minha inspiração só vem nos extremos. Juro que tentei escrever três, quatro vezes no mês, mas não consigo... Se é pra fazer o texto de qualquer jeito, prefiro não fazer. Ele tem que fluir naturalmente, senão não vale.
Agora, hoje, nesse instante obtive a prova que faltava: em minhas ausências de postagens, pode acreditar que estou feliz e levando a vida na positividade e melhor maneira. Mas quando resolvo postar é porque atingir um dos dois extremos: ou muito feliz a ponto de explodir e contagiar todas as pessoas que estão ao meu lado. Ou, infelizmente, estou carregando o maior fardo de sentimentos triste que uma pessoa pode aguentar.
Não reclamo não... às vezes a gente fica triste, de cabeça baixa, mas no final das contas deve ser por um bom motivo. É... esse meu lado positivista me ajuda bastante nessas situações...

1 de abril de 2013

Conforto

Olho pra trás e quase sempre nunca acredito que fui capaz de escrever palavras tão cheias de significado. Foi como se no passado eu previsse o que iria acontecer e preparasse o terreno para o que estivesse por vir. Como se a personagem do passado tivesse escrito tudo pra mim, para meu conforto, já sabendo do final. Tudo se encaixa como a carta achada no buraco do rato do filme V.

Meio vazia

Sinto saudade daquela disposição pra escrever. Acho estranho que as palavras até fluem como água de rio de meus dedos, como mãos de pianista caminhando com leveza pelas teclas brancas e pretas. Sinto falta da fluidez de palavras. A vontade até existe, até está presente. Só não sei se é a procrastinação ou algum mistério do universo. Sei que estou estranha. Cheia de inspiração e ao mesmo tempo tão vazia.