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27 de abril de 2011

Melhores momentos

Gosto das coisas mais simples,
Dos perfumes mais leves,
Do sorriso mais sincero
Do abraço mais carinhoso
Dado como espero.
Com um beijo gostoso
Tudo se ajeita,
Me esqueço de tudo
Quando espero acontecer.
Rimas sem sentido,
Mas que traduzem
O que estou sentindo por você.




23 de abril de 2011

Beijos de sereno

Quero ver estrelas
Num céu escuro e liso
Deitada do seu lado
Sentindo o seu beijo
Regado de sereno.
Não penso em mais nada
A não ser no seu abraço
Onde escondo meu rosto
Das cócegas que você quer me fazer.
Sinto que posso ser eu mesma
Não preciso mais me preocupar.
Posso te ver ao fechar os olhos
Você invade meus sonhos sem permissão
Mas não vou te repreender:
Pra se redimir
Você só precisa me prometer
Deixar que eu te faça feliz.



18 de abril de 2011

Coisas loucas

As coisas mais legais
Acontecem quando menos se espera.
Onde no meio da galera
Que você gosta demais
Você conhece alguém
Que não bate bem,
Tão ou o quê
Mais louco que você.



14 de abril de 2011

Sim do sino

Ao escrever nossas próprias histórias,
Não podemos ter medo de errar.
Eu penso que quanto mais tivermos glórias
Mais chances teremos de acertar.

A aceitação da bobagem é necessária
Para que não mais seja cometida.
Nada disso segue uma regra horária:
Seja uma pessoa mais desinibida.

Alguém que pense igual a mim,
Quem sabe um dia encontro, talvez.
Mas a maior alegria vai ser o sim
Que eu vou ouvir no badalar do sino depois das três.


10 de abril de 2011

Marcas da lembrança

Sabe quando bate aquele cansaço satisfeito?
Quando o ar não está mais rarefeito?
Quando tudo está direito?

Marcas das lembranças
De um tarde maravilhosa.
Não estou falando de bonanças.
Estou falando de vitória gloriosa.

Passar nosso tempo precioso
Com amigos sensacionais:
Um sentimento gostoso
Que não terá preço jamais.

paintball com a galera da @soueducacao


Ps: 'marcas da lembrança' refere-se unicamente às perebas que ficam na pele depois de uns sapecos de tiros de ar comprimido.

6 de abril de 2011

Sem pensar

Uma das coisas que mais prezo
É a espontaneidade.
Naturalidade
De agir, falar, fazer, sofrer.
Faço e falo coisas sem pensar
Mas não porque quero:
Não tenho poder sobre mim.
Não quero querer dizer
Que sou um robô de mim mesma
Que vive feliz na perspicácia.
Porque não ligo pras consequências.
Apenas faço sem lembrar
Que não sei se tenho consciência.

Deixo apenas o tempo passar.


4 de abril de 2011

Nada de correntes

Espero que entenda
E não me julgue
Por não querer me envolver
Com correntes outra vez.
Gosto do ar que bate em meu rosto
Mas gosto que meu rosto seja livre
Assim como meu pensamento.
E assim será por um bom tempo.


3 de abril de 2011

Um mês que parece seis

Juro pelos meus pensamentos
Que achei que seria difícil
Superar as lembranças.
Mais um mês que se passa,
E eu poderia mentir pra mim mesma
Fazendo um drama desgraçado,
Que não poderia escutar nenhuma música
Sem me lembrar do passado.

Mas hoje escuto todas as músicas
Sem o mínimo escrúpulo,
Danço, beijo, abraço,
Sem nem um mínimo esforço.
É tudo fácil.
Como se o que passou
Jamais tivesse existido.
E é feio admitir pra alguns
Mas não nego que estou feliz por ter esquecido.